TIME
TO LIVE.
Eu ainda não conhecia
meu pai quando minha mãe tinha 15 anos, era só eu e ela no seu quarto. Mas eu
me lembro bem que nas férias de 1992 veio um filho de seu João que era amigo do
meu avô lá pra casa, minha mãe por sua vez ficou muito agitada já que começará
a gosta do Gustavo meu futuro pai.
Eles começaram a
namorar perto dos dois se afastarem (final das férias), mas a distância nunca
foi um empecilho para esse amor. Após três anos de namoro eles decidiram noivar,
pois logo eu iria nascer, casaram se antes da barriga crescer para meu avô não
desconfiar.
Depois de casados foram
morar em Belo Horizonte, onde eu nasci forte e saudável com meus 3,600 kg e 52
cm de altura, mas não pude ver a minha mãe após nascer, ela morreu sem nem ter
tentado lutar por mim, fui crescendo e nada da minha mãe aparecer, só meu pai
que sempre me dizia que ela estava viajando.
Quando maior percebi
que os vizinhos me olhavam com pena, até que quando eu tinha 10 anos minha avó
Josefina me contou, eu era órfão dês que nasci, fiquei triste, isolado do
mundo, mas pensei bem como minha mãe, ela queria que eu fosse feliz, assim fiz vivi
cada momento da minha vida como ninguém viveu e hoje estou ao leito da morte
esperando para nos encontrarmos para sempre.
Ass: Jean Pierre
Muito bom o texto, gostei principalmente da forma como o autor escreve no inicio quando retrata de algo sem ao menos ter participado, mas de uma forma tão presente a convencer o leitor.
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